O Comandante do Exército, General de Exército Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva, realizou uma visita operacional à guarnição de Teresina em 30 de outubro de 2026. A agenda incluiu organizações militares sediadas no Piauí.
Acompanhado pelo Comandante Militar do Nordeste, General de Exército Francisco Carlos Machado Silva, Tomás Paiva verificou aspectos ligados às atividades das unidades. Segundo informações do 25º Batalhão de Caçadores (25º BC) e do 2º Batalhão de Engenharia de Construção (2º BEC), a visita ocorreu na capital piauiense.
Os militares e as estruturas do 25º BC e do 2º BEC estiveram no centro da programação. As duas organizações são descritas como tradicionais unidades do Exército no estado.
A passagem do comandante reuniu atividades de acompanhamento operacional e de contato com os militares da guarnição. A programação também se relacionou à história piauiense ligada à Independência do Brasil.
Acompanhamento operacional nas unidades de Teresina
No 25º Batalhão de Caçadores (25º BC), a programação incluiu uma formatura e a inspeção do adestramento da tropa. A atividade também permitiu verificar o nível de prontidão operacional da unidade de Infantaria.
Após a formatura, a comitiva percorreu as instalações do batalhão para examinar as condições de manutenção e a capacidade operacional. Esses aspectos integraram a visita operacional do Comandante do Exército às organizações militares em Teresina.
No 2º Batalhão de Engenharia de Construção (2º BEC), o comandante acompanhou uma apresentação sobre as missões da unidade em seu Centro de Operações. A agenda também contemplou a Escola de Condutores Heróis do Jenipapo, o Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva (NPOR) e o Posto Médico da Guarnição Federal de Teresina, relacionados à formação e ao apoio à saúde da guarnição.
Denominações históricas ligadas à Independência no Piauí
O 25º BC tem como denominação histórica Batalhão Alferes Leonardo Castelo Branco, em referência a Leonardo de Nossa Senhora das Dores Castelo Branco (1789–1873). Ele é lembrado por sua atuação nas lutas pela consolidação da Independência do Brasil no Piauí, em 1823.
O nome Heróis do Jenipapo, adotado pelo 2º BEC, homenageia os brasileiros mortos no combate de 13 de março de 1823. O confronto ocorreu às margens do riacho Jenipapo, nas proximidades do atual município de Campo Maior, contra portugueses contrários à independência do Brasil.
Embora o combate tenha terminado em derrota tática para os brasileiros, as baixas infligidas aos portugueses e a captura de suprimentos paralisaram os adversários. Segundo as informações históricas apresentadas pelo Exército, os portugueses foram cercados e se renderam no Maranhão, em julho de 1823.


